Sinopse:
Pisamos nas veredas dos tempos antigos as taperas velhas brotando onde habitam os fantasmas das velhas taperas dos velhos pais dos meninos correndo, das meninas penduradas nos galhos da siriguela, da reza, da vela, da fé, colhi desta janela, eu sou o mundo.

Ficha técnica:
Realização Pepalantus Núcleo
Intérpretes-Criadoras: Oz Ferreira, Paloma Xavier e Rodrigo Zaiden
Roteiristas: Oz Ferreira, Paloma Xavier, Perseu Azul e Rodrigo Zaiden
Direção: Oz Ferreira
Fotografia: Leo Ferreira, Perseu Azul e Augusto Iúna
Música: “Casa Sã” – Clarianas
Montagem: Oz Ferreira e Perseu Azul
Edição: Perseu Azul
Arte de divulgação: Maurício Biu
Chapada dos Guimarães – MT e São Paulo – SP

Sobre o coletivo:
Assim como Pepalantus – a flor que inspira nosso nome – o Núcleo de Artes Cênicas se reúne em corolas, neste caso, de práticas artísticas, educacionais, pesquisas de cultura e memória, cada uma com uma especificidade, mas todas reunidas no mesmo núcleo de ação. Este encontro se iniciou em 2013 na Universidade Anhembi Morumbi em São Paulo, materializando-se com o experimento cênico “Cerrado” e o estudo coreográfico “Barco”, posteriormente concretizado como espetáculo de dança contemporânea. De 2017 a 2019 “Barco” foi apresentado em diversos espaços, como saraus, mostras e festivais, destacando a participação no VI Festival de Cinema Tudo Sobre Mulheres (2018), Mostra de Dança de Chapada dos Guimarães-MT (2018/2019), Circulação pelo Sesc Itinerante em Rondonópolis-MT (2019). Em 2020 o Núcleo produziu os vídeo-dança “Casa Sã” e “Dança Para Preto Velho e Nossa Senhora das Candeias”. Em 2021 projeto de circulação “Barco no Cerrado” foi contemplado pela Lei Aldir Blanc no Edital MT Nascentes, e circulou pelo estado de Mato Grosso.
Como ação cultural o Pepalantus Núcleo realizou seis edições do Sarau Cambambe e oficinas de dança e teatro entre 2018 e 2019 na Sala Tapera Cultural em Chapada dos Guimarães – MT, contando com a participação de diversos artistas e comunidade local.

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